O couché, um dos papéis mais tradicionais no mercado gráfico, continua com força total e oferece opções para dar ainda mais qualidade e destaque aos impressos
Por Luciana Porfírio
Criado no século XIX, o papel couché (camada, em francês) é reconhecido no mercado gráfico por sua alta qualidade de reprodução, sendo um dos mais utilizados para a confecção de folhetos, revistas, cartazes, livros de arte e uma infinidade de outros materiais que exigem qualidade de impressão.
O couché é formado por um papel base (offset), que recebe uma camada de revestimento (que contém carbonato de cálcio, caulim, látex e outros aditivos), com a finalidade de tornar a sua superfície lisa, uniforme e de oferecer cor. Quando o revestimento é aplicado em apenas um lado é chamado de Couché L1, nas duas faces Couché L2. O primeiro tipo é empregado em impressões de rótulos e embalagens, já o segundo é indicado para imprimir nos dois lados. De acordo com a gramatura, a espessura do papel base e dos revestimentos podem variar.
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Componentes do papel couché
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Bobina de papel couché em uma das fábricas da Stora Enso. Foto: Divulgação/Stora Enso |
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